Nome: Tatiana Monteiro Costa
Apelido: Buffy Summers, BuffySF_UFF
Idade: 28/03/1980
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[Sábado, Junho 25, 2005]

Faça-me!


Induza-me ao inesperado
Seja capaz!
Traduza-me o inaceitável
Reviva-me ao incansável cansado.

Faça de mim, mais do que vejo, sempre mais.
Reflita em mim uma outra face de espelho.
Traga a mim todo seu medo, e eu o desfacelarei
e dissolva-me em verdades.

Cansar-me-ei de falsas mentiras
Vede-me os olhos para me deixar ver além
Sugue de mim todas as esperanças
Faça de mim, um ser puro, diferente
que sem medo, mergulha sem esperar o incansável esperado.

Nattaly Lima



por BUFFY SUMMERS * 9:39 PM
Rabisque também!
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[Sábado, Junho 18, 2005]

PERNAS BAMBAS


Pernas bambas,
entrelaçadas à imaginação,
sentimento forte vivido
pela paixão.
Cadeia ao vento,
vida sem instrumento,
boca sem dente,
cabelos arrepiados,
sem tirar você da mente.
Sente, sentes
o coração,
saudade bandida
nunca vista,
de quem sequer encostou,
desejos fortes,
vocês entendem, né?
aqueles desejos loucos de amor.
Arrepios só em pensar,
no colo,
na boca,
em cima de você,
loucura toda essa
que a cada dia
o meu peito bate, bate,
e a minha paixão,
fica mais louca ainda,
até te encontrar...


Valmir Júnior


por BUFFY SUMMERS * 6:58 PM
Rabisque também!
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[Quinta-feira, Junho 16, 2005]

ARQUIVO DO CORAÇÃO


Removi do arquivo do coração,
As lembranças tristes e as desilusões,
As lágrimas escondidas derramadas,
As noites de insônia e solidão,
O sorriso que ficou calado,
O beijo que não foi dado,
O abraço e o carinho ofuscado,
As palavras de amor enclausuradas,
Para no arquivo do coração recolocar,
A alegria e a felicidade,
Que volta a me encantar,
Novos e sublimes sentimentos,
De bons e almejados momentos,
Gerados e clamados,
Por este novo e ardente coração.


Lílian
Uma Mulher... Um Poema
(Direitos Autorais Reservados)


por BUFFY SUMMERS * 10:42 PM
Rabisque também!
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[Segunda-feira, Junho 13, 2005]

MINHA FLOR


Que não seja quimera,
Delicada flor,
De onde viera?
Tu me destes forças
Para o passado enterrar.
Pequena princesa,
Só pensa em amar.

Um amor único, verdadeiro,
Desejo que possui
Consome o corpo inteiro.
A saudade corrói,
Mas onde estás?
Delicada flor,
Só quero lhe amar.

Preciso de minha flor
Sem medo de errar
Coração puro,
Necessita te encontrar.

Venha para mim,
Tenho muito o que dizer,
Meus olhos refletem
Amor e querer.

Pequena princesa chora,
Precisa sair do escuro,
Quer se libertar,
Tem medo do inseguro,
Quer a ti se entregar!

Então que renove o coração,
Dê chance ao sentimento!
Que as dores fiquem para trás...
Sinta este momento...
Nova vida se faz!


Adriana Serri


por BUFFY SUMMERS * 9:59 PM
Rabisque também!
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[Sábado, Junho 11, 2005]

Aos amigos pessoais, colaboradores e leitores do Prosa em Verso...
Venho aqui para desculpar-me por minha grande ausência.
Tive alguns agravamentos de problemas de saúde que me afastaram do blog, mas creio que agora estarei voltando aqui =)
Gostaria imensamente de agradecer a todos que mandaram e-mails, mensagens, preocuparam-se com o "sumiço".
Aproveito o momento para dizer que estarei regularizando os e-mails atrasados durante a semana.
E estou pronta para recomeçar e tratar a depressão e o início da síndrome do pânico que tomou conta de mim.
Sou forte, sobreviverei.
E obrigada a todos que fazem do Prosa em Verso um cantinho especial!


por BUFFY SUMMERS * 10:55 PM
Rabisque também!

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[Sexta-feira, Junho 03, 2005]

A não-poesia de o meu poetisar


Ah, esses eufemistas da vida
Que repetem freneticamente:
- Olá, meu amigo poeta,
olha, meu filho escritor
espia, meu irmão querendo ser poeta.
Olha, ele pensa que pensa, espia, o louco escreve loucuras.
Pois vos digo que não sou poeta
muito menos escritor.
Pois se fosse não seria,
porque o verdadeiro poeta é aquele que não revela,
ou melhor, o que não sabe que é poeta.
Sem falsa modéstia.
Quem te disse que poesia
para ser poesia, precisa ser bonita?
Muito menos conhecida ou rimada.
A poesia está presente em tudo que se queira,
no canto dos pássaros, nas estrelas da noite,
no mar, no beijo do casal apaixonado.
Poesia é poesia e não pode ser forçada,
ela vem de dentro e você não sabe
explicar por que ou como ela veio
por isso eu excreto minha poesia.


Charles Marques


por BUFFY SUMMERS * 8:10 PM
Rabisque também!
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[Quinta-feira, Junho 02, 2005]

Hoje eu venho aqui agradecer carinhosamente a todos os nossos amigos e colaboradores do Prosa em Verso!
A todos vocês que fazem de nosso cantinho um lugar especial, que trazem amigos, colaboradores, colecionadores de prosa em verso e verso em prosa...
A vocês que refizeram a história da página que começou lá na Tripod há alguns anos e veio para cá "renascer".
E em dois meses de nossa nova vida, venho, extremamente feliz, compartilhar que estamos chegando às 10.000 visitas com o contador oficial!
Se houver uma maneira de agradecer a cada um de vocês, gostaria de fazê-lo pessoal, humilde e carinhosamente por nossos avanços todos os dias.
Assim, também aproveito para poder desculpar-me por demorar a responder e-mails, mensagens do mural e colaborações.
É um trabalho que faço com o maior prazer, poder trazer aqui palavras de todos poetas e poetisas internautas que fazem nosso dia-a-dia menos duro e penoso...
E que esse trabalho que apenas começou, continue trazendo a todos um pouquinho de cada um de nós aos olhos dos nossos amigos leitores.
Grata a todos por mais uma vitória!
Uma de algumas que já tivemos e uma de outras que ainda estão por vir!
Mais uma vez, muito obrigada!


por BUFFY SUMMERS * 1:48 AM
Rabisque também!

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AMPLEXO


Que diria um amuado
Se observasse real tristeza a seu lado?
Negativa seria a sua compaixão,
Afinal, por que teria tal devoção?

Preso em sua fantasia, preso em sua utopia...
À gaiola da vida sua alma se limita...

Que diria um amuado
Ao presenciar plena injustiça a seu lado?
Positiva seria a sua indiferença,
Afinal, para que ter tal clemência?

Seu único desejo, porém,
Escondido em suas entranhas,
Na mais profunda melancolia,
É apenas um desejo que vem
Da mente e de suas façanhas
E apazigua sofrimento e euforia.

Que diria um amuado
Se um desejo lhe fosse abençoado?
Seus temores convalesceriam
E as míseras lembranças voltariam

O estupor dos sentimentos que o aprisiona
Finalmente deixa de ser breu, revive e questiona...

Que diria um amuado
Acaso descobrisse não ser alienado?
Seu brilho escarlate deixaria de embaciar
E a casta ternura voltaria a apreciar

Sentimentos belos retornam
E tomam conta de seu íntimo;
Descobre a vida e seu louvor.
Passa a criar e a repensar,
Deixa de lado o pensamento ínfimo
E se entrega à majestade do amor...

Que diria um amuado
Acaso encontrasse o seu destino alegrado?
Mudança e seu poder, apenas o reflexo
De um tépido e desesperado amplexo...



Amandinha Chan


por BUFFY SUMMERS * 1:38 AM
Rabisque também!
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